Trago na face um nevoeiro
e no peito uma tempestade.

Meu amigo Tana Halu – desenhista, decorador, ilustrador, fotojornalista, PM abandonado pela Corporação depois de um acidente de trabalho, artesão, cozinheiro de mão cheia e… louco, me disse no seu retorno a Boa Vista para as festas de final de ano, que esses meus versos fizeram sucesso numa feira literária em Belo Horizonte. Ele foi o responsável pela sua exibição na entrada de uma livraria que se fez presente ao evento. Os motivos que me fizeram escrevê-los são cíclicos. E, novamente, minha tempestade interna está acontecendo. Por isso, reapresento o singelo poema agora.

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