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Acompanhe os desdobramentos da Operação Escuridão – a nona Praga do Egito

Os mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal, no desenrolar da Operação Escurão, nome que remete à praga do Egito que se seguiu à dos gafanhotos, já resultaram na prisão dos ex-secretários de Justiça e Cidadania Josué Filho e Ronan Marinho, além do empresário e filho da governadora Suely Campos.

De acordo com a PF o esquema fraudulento foi montado logo no início do governo de Suely, em 2015, e perdura a até hoje. Os acusados usavam a empresa Qualigourmet, criada seis dias antes de ser contratada, para desviar recursos da ordem de R$ 70 milhões. Eles superfaturavam o valor da alimentação fornecida e informavam um número de marmitas superior ao que era realmente entregue.

Este blogueiro falou sobre a Operação Escuridão, durante a Live #DiretoAoPonto. Acompanhe:

Segundo o G1 Roraima, o advogado da empresa Qualigourmet, Joaquim Neto, disse que a firma só deve se manifestar sobre às acusações contra suas operações, quando tomar conhecimento do teor das investigações.

Este blog teve acesso à relação dos mandados de prisão expedidos pela justiça de Roraima contra os investigados. Os mandados de busca e apreensão autorizados pelo desembargador Jefferson Fernandes da Silva, do Tribunal de Justiça de Roraima, têm como alvo às seguintes pessoas.

  1. Guilherme Silva Ribeiro Campos;
  2. Renan Bekel de Melo Pacheco
  3. João Kleber Martins de Siqueira
  4. Simone de Oliveira Cruz
  5. Cloves de Castro machado
  6. Josué dos Santos Filho
  7. Breno Lampert
  8. Ronan Marinho Soares
  9. Guderian Marsielle Pacheco Rodrigues
  10. Wesley Adley Gomes de Queiroz
  11. Marco Antônio Rodrigues de Barros

Veja o mandado de busca de apreensão expedido pelo desembargador Jefferson Fernandes:

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O blog teve acesso aos mandados de busca e apreensão expedidos pela justiça e que resultaram na Operação Escuridão – Imagem: Reprodução

Sobre esquema da Qualigourmet

De acordo com a Polícia Federal, o esquema fraudulento foi montado logo no início do governo de Suely, em 2015, e perdura a até hoje. Segundo as investigações da PF, a empresa Qualigourmet, criada seis dias antes de ser contratada, foi constituída com o objetivo de desviar os recursos do sistema prisional.

Os acusados superfaturavam o valor da alimentação fornecida e informavam um número de marmitas superior ao que era realmente entregue. Os alimentos ainda eram de baixa qualidade.

Mediante as investigações, a PF constatou que os responsáveis pela Qualigourmet fizeram saques em espécie de cerca 30% do valor dos contratos, cujo dinheiro foi usado para pagar propinas e possibilitaram o enriquecimento ilícito dos verdadeiros proprietários da empresa.

A Polícia Federal comprovou a realização de vários saques e repasses com o uso de filmagens feitas durante as investigações. A PF também coletou provas obtidas após representação da Autoridade Policial pela quebra do sigilo bancário e telefônico dos investigados.

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