“Comércio da Verdade”

“O jornal, hoje, é uma empresa comercial, um negócio para dar lucro. Se assim é, nós estamos no comércio da verdade. O que vendemos deve ser algo digno de confiança”. (Da jornalista Magda de Almeida, citada no livro Clube dos Ingênuos, de decana do jonralismo cearense, Adísia Sá, editora Fundação Demócrito Rocha).

“Comércio da verdade”. Essa parece ser a máxima do jornalismo impresso e televisivo moderno. Vender “verdades”, meias verdades, pseudo-verdades, mentiras que repetidas como mantra ganham ares de verdade. Os jornais/emissoras de TV têm repetido em conteúdo entre si, uns publicam boatos, comentários apresssados e conclusões precipitadas (tome-se por base as tantas matérias feitas sobre om acidente com o airbus da TAM, nas quais se buscavam culpados, dentes eles o governo) os demais os repercutem e depois ninguém tem a ombridade de se desculpar publicamente em sinal de respeito aos leitores/telespectadores.

É por isso que não considero exagero as previsões do fim do jornalismo impresso como prevê Meyer. Pode até ser que eles não desapareçam de uma vez, mas será preciso repensar o fazer jornalístico, sob pena de não haver público leitor para sustentar tantos títulos todos eles mergulhados numa cada vez mais crescente queda de credibilidade. Outro fator é o crescimento da internet e da blogosfera como meios de informação preferencial da juventude: os leitores de agora e do futuro. Os donos de empresa de comunicação precisam repensar a forma como encaram a indústria da informação atualmente.

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