Conheça a possível composição da equipe ministerial de Bolsonaro

O presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), vem há cerca de dois meses discutindo os nomes para a sua administração, que começa em 1º de janeiro de 2019. O militar pretende reduzir de 29 para 15 o número de ministérios. Até esta semana, 4 nomes tinham sido confirmados.

O economista Paulo Guedes ficará à frente da economia, chefiando o que atualmente são os ministérios da Fazenda e do Planejamento. Há dúvida se a junção também incluirá a pasta de Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM) deverá assumir a Casa Civil. A posição é de articulação de funcionamento de todos os ministérios e uma das mais próximas ao presidente da República.

Para Ciência e Tecnologia, poderá ser nomeado o ex-astronauta brasileiro Marcos Pontes.

O general Augusto Heleno deverá assumir a Defesa. Heleno é 1 dos principais aliados de Bolsonaro.

O atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, pode entregar o cargo para 1 diplomata admirador de Donald Trump: Ernesto Fraga Araújo.

Já o Ministério dos Transportes pode ser comandado por Oswaldo Ferreira, outro general, que também chefia o plano de governo na área de infraestutura e coordena os diferentes grupos de estudo do presidente eleito.

Na Educação, há dúvidas. Stavros Xanthopoylos e Aléssio Souto são possíveis nomes.

O presidente do Hospital de Amor (antigo Hospital do Câncer de Barretos), Henrique Prata, poderá ficar à frente do Ministério da Saúde.

Nesta semana, surgiram rumores sobre a intenção do candidato de entregar ministérios a políticos. Apareceram nomes como o ex-ministro da Educação Mendonça Filho e os deputado Pauderney Avelino e Alberto Fraga, todos do DEM. O militar utilizou suas páginas nas redes sociais para se referir de forma indireta aos boatos.

Apesar da grande quantidade de rostos novos em sua Esplanada, Bolsonaro já admitiu a possibilidade de manter nomes do governo de Michel Temer, em especial os técnicos.

Entre eles, o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Também houve especulação em torno do atual secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que negou ter recebido convite. Também há o secretário Especial do Ministério da Fazenda, Marcos Mendes, e o secretário de Coordenação e Governo das Empresas Estatais, Fernando Soares.

Na Marinha, pode ser escolhido o almirante de esquadra Ilques Barbosa Júnior. Na Aeronáutica, Raul Botelho pode se tornar o 1º brigadeiro negro a assumir o cargo. No Exército, o general gaúcho Geraldo Antônio Miotto está entre os nomes favoritos a assumir.

Outros especialistas que auxiliam Bolsonaro a construir seu plano de governo podem eventualmente ocupar 1 cargo, além de ajudar na formulação de propostas.

Confira o infográfico preparado pelo portal Poder360

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