Discussão sobre projeto de reposição florestal deixa clima tenso na CCJ da Assembleia

O projeto que flexibiliza a política de reposição florestal em Roraima, de autoria dos deputados Brito Bezerra (Progressistas) e Jânio Xingu (PSL) entrou em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (21 de novembro), e provocou desentendimento entre os parlamentares Jorge Everton (MDB) e Jorge Melo (PSDC) devido ao pedido de vista da matéria feito pelo medebista.

De forma atrapalhada, George Melo quis negar o pedido de vista feito pelo colega e criou um clima de animosidade na comissão. Mesmo sob o protesto de Jorge Everton, seu pedido de vista foi posto para apreciação dos membros da comissão, ainda que o prazo solicitado para análise da matéria seja assegurado pelo Regimento Interno (RI) da Casa. Depois de uma votação confusa, Melo voltou atrás e decidiu conceder vista ao projeto a Jorge Everton.

Brito Bezerra, autor da proposta, defendeu maior celeridade na apreciação da matéria, alegando que ela já tramitação na Casa há 9 meses. Segundo Jorge Everton, a demora se deve ao fato do projeto ter recebido um substitutivo.

“O setor madeireiro tem pressa na aprovação de a matéria, pois as empresas estão fechando devido à impossibilidade de reposição de crédito de carbono. Enquanto isso, tem muitas famílias de trabalhadores passando fome por não ter como trabalhar”, argumentou Brito.

Uma empresa especializada na venda de crédito de carbono e cultivo de mogno, de propriedade do empresário Marcelo Guimarães, marido da prefeita Teresa Surita (MDB), pretende ser a única a atuar em Roraima na área de reposição florestal, mas o projeto de autoria de Brito Bezerra e Xingu pode atrapalhar trazer

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