Jornal de Jucá defende Fake News e publica difamação contra este jornalista

O jornal da família do senador Romero Jucá, o Roraima em Tempo, além de afeito à publicação de matérias falsas, também costuma incorrer em crime de calúnia difamação a mando do próprio político, que se considera intocável. Em vez de reconhecer seu erro por ter publicado uma Fake News sobre a suposta inelegibilidade da governadora Suely Campos (Progressistas), e corrigi-lo, como fazem os veículos respeitáveis, o panfleto diário do grupo jucariano preferiu partir para o ataque contra o jornalista que identificou e denunciou a farsa.

Numa nota publicada a mando do próprio Jucá em seu jornal panfletário, este blogueiro foi difamado e acusado de cobrar para fazer elogios a políticos. Nada mais inverídico. Em nenhum momento, o jornal de Jucá reconhece o grave erro que cometeu ao informar maldosa e erroneamente que Suely está inelegível, apenas para prejudicar sua adversária política e induzir seus parcos leitores ao erro. Nada de corrigir a barrigada desonesta e proposital que cometeu, como mandam as boas práticas jornalísticas.

Como criança birrenta, que parte para os beliscões, chutes e ponta-pés quando se vê pega na mentira, os (ir)responsáveis pelo jornal jucariano preferiram caluniar, de forma baixa e leviana, quem identificou o erro e o denunciou publicamente, no caso este blogueiro. Uma nota publicada no jornal do senador Jucá tenta me desqualificar, com afirmações que descambam para a calúnia e difamação, quando diz que este jornalista, há muito tempo aqui estabelecido, cobra pela publicação de elogios e opiniões. Os (ir)responsáveis pelo jornal panfletário serão devidamente acionados na justiça para que provem o que seu panfleto diário publicou.

O jornaleco de Jucá, ao afirmar que este blog tem um “baixíssimo número de leitores e compartilhamentos de seus textos (que não são fake news, mas também não recebe likes)” – negrito e grifos meus – admite, por tabela, que publicou uma notícia falsa para atrair leitores e likes, além, é claro, de satisfazer aos interesses políticos do seu dono. No mais, quem é afeito a pagar para que jornalistas o  bajulem e destruam a imagem e reputação dos seus adversários políticos é o senador Jucá.

Todos nós, que moramos em Roraima – o público de televisão de rádio, principalmente – sabemos como se comportam as emissoras de rádio e televisão do clã Jucá, bajulando seu proprietário e massacrando seus opositores, inclusive com o uso de Fake News, como no caso a que se refere este texto. Ele, Jucá, segue à risca as práticas políticas e comunicacionais do seu mentor e padrinho, o velho ex-senador José Sarney, que manteve o Maranhão escravo da pobreza e da miséria por longas décadas e que fazia uso de veículos de comunicação encabrestados para manter sua hegemonia política.

Lembro-me bem que em meados de 2006, depois de sair da Folha de Boa Vista, fui orientado por um grande amigo, já falecido, que tinha ligações profissionais com o clã Jucá, a deixar meu currículo na Rádio Equatorial FM, àquela época recém adquirida pela família do político. Depois de relutar um pouco, aceitei o conselho do amigo e deixei meu currículo na emissora. De imediato, fui chamado para uma entrevista de emprego. Passado esse primeiro momento, fui encaminhado para uma conversa com a direção de jornalismo que me deu a seguinte orientação: aqui temos que falar bem do nosso chefe, a qualquer custo, e detonar os adversários políticos dele nem que se tenha que inventar notícia. Foi suficiente para eu sair dali e nunca mais voltar.

Também é prática dos veículos de comunicação da família Jucá, empregar seus jornalistas (ou parte significativa deles) em instituições e órgãos públicos, como a Assembleia Legislativa (onde há hoje cerca de 10 profissionais de jornalismo que servem aos veículos da família Jucá lotados) e prefeitura, para desembolsar menos dinheiro no pagamento do salário seu salário e reduzir os encargos trabalhistas das suas empresas. Dessa forma, metade do salário acertado é pago em carteira e a outra metade é custeado com dinheiro público. Essa é uma prática recorrente das empresas de mídia jucarianas

Quem acompanha este blog e meu trabalho, nos diversos meios sabem do meu compromisso com a busca da verdade. Doa a quem doer. Sempre foi assim e sempre será. Em relação aos veículos de jucá, infelizmente, não se pode fazer a mesma afirmação. E, não se engane, senador Jucá, o público sabe disso!

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