PCC se vale de migração intensa de venezuelanos para traficar armas, diz O GLOBO

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Uma matéria publicada pelo jornal carioca O GLOBO sobre o tráfico de armas da Venezuela para Roraima para servir às ações do Primeiro Comando da Capital (PCC) merece a mais completa atenção das autoridades de segurança do estado e do país. A reportagem de O GLOBO diz que o PCC tem se aproveitado da falta de fiscalização na fronteira e da vulnerabilidade social em Roraima, causada pela chegada incessante de imigrantes, para conseguir fazer entrar em território brasileiro armas pesadas vindas do país vizinho.

Documentos de investigações sigilosas conduzidas pela Polícia Civil de Roraima e transcrições de interceptações telefônicas entre presidiários de São Paulo e de Roraima feitos pela Secretaria de Segurança local, que foram obtidos pelo jornal, mostram uma intensa cooperação entre membros do PCC para fazer transações com armas que entram no Brasil pela fronteira com a Venezuela, a partir de Roraima, e vão parar nas mãos dos integrantes da facção.

De acordo com O GLOBO, citando informações da Secretaria de Segurança Pública de Roraima, a apreensão de armas pesadas no estado mais que duplicou entre os anos de 3016 e 2017. Carros roubados em Roraima e no Amazonas são usados como moeda de troca de alto valor neste comércio ilegal.

As forças de segurança de Roraima também disseram ao GLOBO que em paralelo ao crescimento das ações do PCC na fronteira e coincidente também com aumento exponencial do fluxo de venezuelanos que acorrem para terras roraimenses, houve uma verdadeira explosão nos índices de criminalidade no estado. O aumento nos índices foi de 391% de 2016 para 2017.

O BNC Amazonas havia falado sobre esse assunto há alguns dias:

Venezuelanos são cooptados pelo PCC nos presídios de Roraima

Leia a matéria completa no site do jornal O GLOBO

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