A Abertura Oficial da Colheita da Soja no Cerrado de Roraima 2018 será nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, com visitas, palestras técnicas e a Largada da Colheita da Soja na Fazenda Paraíso, no KM 76 da BR-401.

O evento é organizado pela Comissão Organizadora da Colheita da Soja e pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Roraima (FAERR). Neste ano, foram plantados 40 mil hectares de soja, um crescimento de 25% em relação a 2017.

O presidente da Comissão Organizadora da Colheita da Soja 2018, Ermilo Paludo, disse que a expectativa é colher uma média de 50 sacas por hectare, totalizando 2 milhões de sacas de soja.

“Temos muitas lavouras de primeira plantação, mas teremos uma produtividade alta mesmo assim, pois o clima está colaborando para a colheita”, afirmou o

No primeiro dia de evento, os agricultores de Roraima e de outros estados conhecerão as tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em campo experimental, incluindo novas cultivares de soja com importantes vantagens competitivas.

À tarde, ainda no dia 31 de agosto, as “Oportunidades para o Agronegócio de Roraima” serão o tema central de palestras técnicas, ministradas no Centro Amazônico de Fronteira (CAF), no campus Paricarana da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Em seguida, será realizada a solenidade de Abertura Oficial da Colheita da Soja no Cerrado de Roraima – Safra 2018, com palestra magna “Soja – Base de Plataforma de Produção de Alimentos para Mercados em Expansão”, de Gustavo Spadotti, da Embrapa São Paulo.

No dia 1º de setembro, o produtor Genor Faccio será o anfitrião, na Fazenda Paraíso, do Dia de Campo, com a Largada da Colheita da Soja, com visitação às áreas de lavoura, e a exposição de máquinas, produtos, tecnologias e serviços.

“É um orgulho para mim e para minha família receber esse evento na Fazenda Paraíso. Queremos mostrar para a população e para os visitantes que o cerrado de Roraima funciona. Ainda hoje temos pessoas que não acreditam no cerrado, mas tenho certeza que os visitantes vão gostar e vão ficar animados em investir aqui porque temos muitas vantagens”, comentou Faccio.

As vantagens a que o produtor se refere são o custo das terras, variedades de soja, integração lavoura-pecuária, acesso rápido ao mercado e entressafra brasileira.

“Este é o nosso grande diferencial. Plantamos no mesmo período que os Estados Unidos porque estamos acima da Linha do Equador. Os melhores preços do grão normalmente aparecem na época que nós colhemos, de agosto a outubro”, frisou Paludo.

Para o presidente da FAERR, Sílvio de Carvalho, os produtores de soja em Roraima são heróis. “A maioria está integrando a lavoura e a pecuária. Estamos no caminho certo e, em pouco tempo, vamos ter aqui nossa própria ração, vamos ter criação de pequenos animais, viabilizando outras culturas”, disse.

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