Sobre a venda da Vivo

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O jornal Gazeta Mercantil anunciou há uma semana a compra das empresas de telefonia móvel Telemig e Amazônia Celular pela Vivo. A transação que giraria em torno de R$ 3,5 bilhões ainda não foi confirmada pelas empresas que teriam sido negociadas. Mas, se for verdade, a Vivo incorporará aos seus 30,2 milhões de clientes outros 4,8 milhões assinantes das operadoras supostamente adquiridas. O negócio, quando confirmado, fará da Vivo a líder absoluta no mercado brasileiro. A segunda colocada no setor de telefonia móvel no país é a TIM, que possui 27,5 milhões de assinantes. Isso quer dizer que haverá menos opção no mercado para os usuários de telefone celular, o que, como se sabe, pode (e deve) resultar na queda da qualidade dos serviços prestados. Quando exercia a função secretário de redação de um jornal local, todas as vezes que pautei os repórteres para fazer matéria no Departamento Estadual de Defesa do Consumidor (Decon) sobre as queixas contra as operadoras de telefonia móvel, a Vivo sempre aparecia como campeã absoluta no índice de reclamações. Isso sem se falar no irritante serviço de atendimento automático que faz dos ouvidos dos assinantes penico, e das propagandas enganosas. É fogo!

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