Vereador volta a se dizer vítima de ‘armação’ e tentativa de extorsão

O vereador Júlio Cezar de Medeiros (Podemos) voltou a falar nesta sexta-feira (17) sobre a denuncia de agressão feita contra ele pela ex-servidora do seu gabinete, Giovana Cristina Almeida Morais. De acordo com a denunciante, Medeiros a teria agredido violentamente, no dia 9 de agosto, com socos e pontapés, e a derrubado no chão numa confusão que teria acontecido na residência do parlamentar. Em entrevista coletiva à imprensa, na manhã de ontem, o parlamentar reafirmou que foi vítima de uma armação e de uma “denuncia infundada”.

Medeiros convocou a imprensa para uma coletiva, realizada no plenarinho da Câmara Municipal, quando exibiu, mais uma vez, os vídeos gravados por câmeras de segurança da sua residência, que mostram o momento em que o filho da ex-servidora chega à sua casa e, posteriormente, passa a derrubar o portão do imóvel com chutes.

As imagens também mostram, conforme sustenta o vereador, a ex-servidora denunciante saindo da sua casa sem nenhum machucado. “Uma pessoa que foi violentamente agredida estaria assim?”, questionou Medeiros.

Júlio Cezar de Medeiros disse que teve sua imagem arranhada nas redes sociais e veículos de comunicação locais em decorrência da divulgação de notícias falsas baseadas em “mentiras contadas por uma servidora que foi demitida”. Ele também voltou a afirmar que teve seu gabinete invadido por uma pessoa que administra uma página no Facebook, onde são publicadas supostas notícias, com o objetivo de tentar extorqui-lo em R$ 5 mil para que a denuncia não fosse repercutida nas redes sociais.

O parlamentar disse ainda ter sido informado que a ex-servidora teria procurado o administrador de outra página no Facebook com o objetivo de pagar R$ 2 mil para que ele divulgasse um texto de próprio punho pela denunciante relatando a suposta agressão.

“Será que uma pessoa que foi violentamente agredida, se refere ao caso com palavras como essa: “Bomba, bomba!”, questionou o vereador mais uma vez. O texto, segundo Medeiros, teria sido escrito um dia antes da ex-servidora ir à polícia denunciar o fato. “Trata-se de uma história mentirosa contada por esta servidora”.

Medeiros afirmou que já tomou as medidas judiciais cabíveis tanto contra a tentativa de extorsão quanto contra as supostas inverdades denunciadas pela ex-servidora. O vereador disse que demitiu denunciante devido a divergências em relação a questões partidárias. Segundo ele, a ex-servidora teria decidido trabalhar na campanha de outro candidato a senador que não o apoiado pelo Podemos. Medeiros disse que não admitiria aquela conduta e por isso discutiu verbalmente com a mulher.

O vereador disse acreditar que a denúncia contra ele tenha sido decorrente do fato de ele ter demitido a ex-servidora e seus dois filhos que trabalhavam para ele na Câmara Municipal. “Eu nunca toquei um dedo nessa servidora. Em todo o momento eu só tive a intenção de proteger meu patrimônio e minha integridade física. As imagens falam por si e todas elas foram entregues à polícia. Essa é a única verdade”, disse.

Reproduzo abaixo o vídeo publicado pela Folha de Boa Vista em sua página do Facebook com a entrevista do vereador:

Ex-servidora se defende nos comentários do vídeo

Nos comentários do vídeo publicado pela Folha de Boa Vista sobre a entrevista da qual eu também participei ontem, a ex-servidora Giovana Cristina Almeida Morais se defende das afirmações do vereador e reafirma a agressão:

Ela continua:

Giovana diz mais:

A ex-servidora continua:

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